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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Amor pra recomeçar - Frejat


Eu te desejo
Não parar tão cedo
Pois toda idade tem
Prazer e medo...
E com os que erram
Feio e bastante
Que você consiga
Ser tolerante...
Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero...
Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar...
Eu te desejo muitos amigos
Mas que em um
Você possa confiar
E que tenha até
Inimigos
Prá você não deixar
De duvidar...
Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero...
Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar...
Eu desejo!
Que você ganhe dinheiro
Pois é preciso
Viver também
E que você diga a ele
Pelo menos uma vez
Quem é mesmo
O dono de quem...
Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar...
Eu desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar
Prá recomeçar...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

En el muelle de San Blas - Maná



Ella despidió a su amor
Él partió en un barco en el muelle de San Blás
Él juró que volvería
y empapada en llanto ella juró que esperaría
miles de lunas pasaron
y siempre ella estaba en el muelle
esperando
Muchas tardes se anidaron
se anidaron en su pelo
y en sus labios

Llevaba el mismo vestido
y por si él volviera no se fuera a equivocar
los cangrejos le mordían
su ropaje, su tristeza y su ilusión
Y el tiempo se escurrió
y sus ojos se le llenaron de amaneceres
y del mar se enamoró
y su cuerpo se enraizó
en el muelle

Sola
sola en el olvido
sola
sola con su espíritu
sola
sola con su amor el mar
solaaaaaaaa
en el muelle de San Blás

Su cabello se blanqueó
pero ningún barco a su amor le devolvía
y en el pueblo le decían
le decían la loca del muelle de San Blás
una tarde de abril
la intentaron trasladar al manicomio
nadie la pudo arrancar
Y del mar nunca jamás la separaron

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No Cais de San Blas

Ela despediu-se do seu amor
Ele partiu em um barco no cais de San Blas
Ele jurou que voltaria e chorando em pranto
Ela jurou que esperaria
Milhares de luas passaram
E sempre ela estava no cais esperando
Muitas tardes se aninharam
Se aninharam em seu cabelo e em seus lábios

Usava o mesmo vestido
E se ele voltasse não iria equivocar-se
Os caranguejos mordiam
Suas roupas, sua tristeza e sua ilusão
E o tempo se passou
E seus olhos se encheram de amanheceres
E pelo mar se apaixonou
E seu corpo se enraizou no cais

Sozinha, sozinha no esquecimento
Sozinha, sozinha com seu espírito
Sozinha, sozinha com seu amor o mar
Sozinha, no cais de San Blas

Seu cabelo se branqueou
Mas nenhum barco seu amor lhe devolvia
E no povoado lhe chamavam
Lhe chamavam a louca do cais de San Blas
E uma tarde de abril
Tentaram leva-la ao manicômio
Ninguém pode arrancá-la
E do mar nunca jamais a separaram

domingo, 2 de outubro de 2011

Changes - Seu Jorge



Não vou lamentar, o que passou. passou
Eu vou embora, meu tempo acabou
Tenho muita coisa para descobrir
Eu sinto muito, mas tenho que ir
Vou pro mundo porque nada mais me prende aqui
É o final do show
E não fique magoada porque vou partir
É só o jeito que eu sou
Changes lá vem meu trem
Vem meu trem
To saindo fora e agora vou me dar bem
Changes lá vem meu trem
Vem meu trem
Sei que tá na hora e eu vou me dar bem
Sempre em frente, nunca pra trás
Não é por nada não mas vou me divertir
Enquanto a vida assim permitir
Só procurar fazer amigos do bem, se precisar ajudar também
E agora a liberdade e o horizonte
Só você não sacou
Nova York, Ipanema ou Hong Kong
É por aí que eu tô
Changes lá vem meu trem
Vem meu trem
Tô saindo fora porque eu sei que vou me dar bem
Changes lá vem meu trem
Vem meu trem
Sei que tá na hora e eu vou me dar bem
Sempre em frente, nunca pra trás
Livre eu me sinto, sublime
Gente mais gente
O sol e o mar azul
Changes lá vem meu trem
Vem meu trem
Tô saindo fora e eu sei que vou me dar bem
Changes lá vem meu trem
Vem meu trem
Sei que ta na hora e eu sei que vou me dar bem
Sempre em frente, nunca pra trás
Sempre em frente, nunca pra trás

sábado, 2 de julho de 2011

Vá (Vanessa da Mata)



Não fale mais
Leve o que é seu e só

Que o sol já vem
E com ele outro dia

Se descobrir
Vá crescer
Entender e saber
O que quer, quem você quer.
Não me faça mais chorar
Como se eu fosse nada
Para o ego do meu bem
Quantas você tem
Quantas você faz sofrer
Seduzindo o mundo
Quantas ficam ao seu bel-prazer
Cresça
Me deixe em paz
Mesmo que eu sofra mais
Agora tudo é seu
Amanhã serei bem mais feliz

Se descobrir
Vá crescer
Entender e saber
O que quer, quem você quer.
Não me faça mais chorar
Como se eu fosse nada
Para o ego do meu bem
Quantas você tem
Quantas você faz sofrer
Seduzindo o mundo
Quantas ficam ao seu bel-prazer
Preciso ser mais forte
Para não voltar atrás
Aliviando o desespero
Para adiar o sofrimento
Cresça
Me deixe em paz
Mesmo que doa mais
Agora tudo é seu
Amanhã serei bem mais feliz

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Breu (Vander Lee)



Ando procurando pelo seu olhar
Clareou o dia você desapareceu
Na estrada, no vento ou qualquer outra rota estelar
Na ilha deserta ou no inverno do norte europeu

Mergulhando ruas, beijos ao luar
Velejando bocas, loucas pra beijar
Mar e o oceano, e a onda que veio e bateu
Lembra a distância entre o seu mundo e o meu

O aluguel venceu
Meu time jogou
Tudo aqui é seu
E você não ligou
De manhã choveu
O carro enguiçou
O sinal fechou
O amor não percebeu

Passo todo dia e noites a vagar
Solto no descaso, preso em seu mirar
Na dança do tempo só você, meu bem, é que não viu
Durmo sabendo que você não vai voltar